Por Pedro Maia
Editor-chefe
Após reportagem do Jornal Verdade publicada na última sexta-feira, 9 de maio, a respeito do mato alto e dos resíduos das obras nas praças centrais de Franca – Nsa. Sra. da Conceição e Barão – fomos informados de trabalhos de limpeza estavam sendo realizado na manhã desta segunda-feira, 12. Em contrapartida, um novo problema gira em torno dos taxistas da Catedral: o fornecimento de água pode ser interrompido.
Segundo relato dos motoristas, a empresa responsável pelas reformas no local – cuja previsão de término inicial para junho de 2024 – não têm pago as contas de água do ponto ocupado pelos profissionais, mesmo local onde os materiais de construção são deixados. Os débitos chegam a quase R$ 1,5 mil reais: a primeira fatura em atraso é de 17/03, no valor de R$ 1.288,86; a segunda, que venceu em 15/04, é de R$ 187,82.
“Eles vão cortar nossa água lá porque nós não vamos pagar esse valor aí, ainda mais agora. Éramos 14, só tem 4 trabalhando: uns faleceram, outros se afastaram, outros estão doentes… Chegaram [os colaboradores da empresa] aqui para fazer uma parceria, deram tapinha nas costas… Agora os mesmos que fizeram isso sumiram de lá, cobrei eles e ainda ficaram de cara feia”, descreveu Adevair, um dos taxistas do ponto.
Posicionamento
Solicitamos à Prefeitura Municipal explicações quanto aos pagamentos por parte da empresa contratada e a fiscalização sobre o episódio, ao que fomos respondidos:
“A Secretaria de Infraestrutura informa que, segundo o engenheiro responsável pela empresa, o repasse destes custos está sendo feito pela empresa diretamente aos taxistas do local, que fazem o acerto das despesas relacionadas ao uso da água na praça”.