Por Pedro Maia
Editor-chefe
Aconteceu nesta terça-feira, 7 de janeiro, a 1ª Sessão Ordinária de 2025 da Câmara Municipal de Franca. As atividades foram iniciadas às 9h com o Expediente, leitura de documentos e uso da Tribuna. Já no período da tarde, a partir das 14h, após a abertura dos trabalhos, a Sessão foi tomada por momentos de explicações pessoais e cobranças.
Serviços
O vereador Zezinho Cabeleireiro (PSD) comentou sobre os serviços de limpeza na cidade: “estão roçando o mato e não está batendo pano! E aquele capim está indo para as bocas de lobo e entupindo, é gravíssimo isso! Muito lixo na cidade! Então, peço ao pessoal que reveja isso para fazer o serviço correto”.
Ele emendou criticando algumas mudanças administrativas feitas na EMDEF (Empresa para Desenvolvimento de Franca), cobrando melhorias nos serviços prestados nas operações de tapa-buracos. “Tudo o que estamos falando é porque nós fomos procurados pelo povo, desde uma boca de lobo entupida… uma poda de árvore… E vem muita cobrança por aí”, reforçou.
Zezinho criticou ainda a demora para aprovação de projetos na área de construção: “diz que em 48h o projeto é aprovado, mas na prática isso não acontece. Estive lá, tem um projeto que vai para 60 dias em análise. Isso é coisa que atrapalha o desenvolvimento da cidade e precisa melhorar”.
IPTU

O vereador Gilson Pelizaro (PT) reforçou o pedido encaminhado a Prefeitura para que seja prorrogado o prazo para pagamento de IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) com desconto.
“Falei durante o período da manhã e reforço para que medidas sejam tomadas, para que as pessoas não fiquem prejudicadas no desconto do IPTU que vai até 15 de janeiro. Eu recebi uma informação, entrei em contato com os Correios e os carnês chegaram hoje! É humanamente impossível entregar os milhares de carnês de IPTU até a próxima segunda-feira”, alertou.
Gilson então sugeriu que a Prefeitura entrasse em contato com o Departamento Jurídico, para ver alternativas que ajudem a resolver o problema pois, do contrário, uma chuva de ações poderia ser movida contra o órgão. “Se for por meio de lei, que mande e a gente vota, porque isso tem urgência de acordo com o prazo que estamos falando, e que se amplie o prazo para que pessoas não tenham dor de cabeça”, enfatizou.