Por Pedro Maia
Editor-chefe
A cidade de Franca fechou o mês de novembro com saldo positivo na geração de novos empregos. De acordo com dados do Painel Eletrônico do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), foram abertos 208 novos vínculos, razão entre 4.361 admissões e 4.153 desligamentos. O número, porém, é inferior ao mês de outubro, que fechou com saldo de 271.
A Indústria foi a principal responsável pela queda, tendo encerrado 440 vínculos. O setor de Construção também negativou, com -48. Em contrapartida, a categoria de Serviços surpreendeu e abriu 394 contratações. Na sequência aparecem Comércio, com 278, e Agropecuária, com 24.
Classificando-se por gênero, 260 mulheres foram contratadas. Os homens, por sua vez, apontaram saldo negativo de -52. O saldo por faixa etária possui jovens entre 17 e 24 anos disparados, que totalizam 238 admissões. Adiante, 17 entre 40 e 49 anos, e 11 com 65 anos ou mais. A perda de empregos se deu entre os de 50 a 64 anos (-55), 25 a 29 anos (-2), e 30 a 39 anos (-1).
Por Grau de Instrução, as baixas mais sentidas foram de pessoas que possuem apenas Fundamental Completo. E -2 de analfabetos, a critérios de informação. Os que possuem Ensino Médio Completo continuam sendo os mais admitidos (117), seguidos de: Médio Incompleto (57), Superior Completo (56), Fundamental Completo (19) e Superior Incompleto (9).
Desemprego em novembro chega a 6,1%, o menor desde 2012
A taxa de desocupação no Brasil chegou a 6,1%, com o recuo de 0,5 ponto percentual (p.p.) no trimestre encerrado em novembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a menor taxa da série histórica da PNAD Contínua, iniciada no primeiro trimestre de 2012. A queda é em comparação ao trimestre de junho a agosto, quando ficou em 6,6% e caiu 1,4 p.p. em relação ao mesmo trimestre de 2023, que foi de 7,5%.

A taxa equivale a 6,8 milhões de pessoas em busca de emprego no país, o que representa o menor contingente desde o trimestre terminado em dezembro de 2014. Em um trimestre, 510 mil pessoas deixaram o desemprego. Ante o mesmo trimestre de 2023, 1,4 milhão de pessoas saíram da população desocupada.
A pesquisa indicou ainda que a taxa de desocupação alcançou 8,8 pontos percentuais abaixo do recorde da série histórica da PNAD Contínua, que ficou em 14,9%, atingido no trimestre encerrado em setembro de 2020. Já o número de desocupados está 55,6% abaixo do recorde da série de 15,3 milhões, verificado no primeiro trimestre de 2021. Os dois períodos foram durante a pandemia da covid19. (Agência Brasil)