O Sistema de Levantamento de Preços (SLP), do Governo Federal, mostrou que o preço médio do gás em Franca já está em R$ 100,41. No dia 15 de outubro o preço médio era R$ 95,98, o que representa um reajuste de 4% em um período de apenas 13 dias.
O preço mais barato na cidade é de R$ 89,90, e é encontrado na zona norte de Franca, o mais caro também fica na zona norte e sai por R$ 110. No dia 15 o mais caro era encontrado a R$ 105, o que também representa reajuste de 4% no período.
O último reajuste anunciado pela Petrobras no GLP, foi no dia 9 de outubro, a estatal manteve por 95 dias os preços estáveis no gás de cozinha, “nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais, a companhia realizará ajuste no preço do GLP para as distribuidoras”, informou em nota. Desta forma o preço médio e venda do gás de cozinha, passou de R$ 3,60 para R$ 3,86 por kg, equivalente a R$ 50,15 por botijão de 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,26 por kg.
Na justificativa, a Petrobras afirma que “esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras. E refletem parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio, dado o fortalecimento do dólar em âmbito global”.
| GLP 13 quilos | |
| Menor preço | R$ 89.90 |
| Maior preço | R$ 110,00 |
| Média | R$ 100,41 |
O Jornal Verdade mostrou que o alto preço destes insumos impactam na vida do francano, mudando completamente a rotina no dia a dia. “A nossa empresa serve a modalidade self service e marmitas. Neste ano, o movimento do restaurante caiu, já que o público predominante são os estudantes. O que nos manteve, ainda assim, com pouca margem de lucro, foi o fornecimento de marmitas para as empresas, cerca de 70% da nossa clientela. Os preços aumentaram, tanto dos alimentos quanto do gás e combustível, porém não conseguimos repassar este preço às empresas, uma vez que tínhamos contrato, no qual versa sobre o valor da refeição”, relatou a proprietária de um restaurante na zona sul de Franca, Ana Paula Machado.