Quando se observa algo positivo, que seja digno de ser copiado ou assimilado nos moldes de cada comunidade é sublime ter humildade para reconhecer e adotar, ou pelo menos tentar, a mesma prática positiva que satisfaz milhares de pessoas. Aqui já é sabidamente desinteressante aprender com quem pode ensinar, pois a humildade passa longe de um gesto carregado de soberba e cercado de áulicos e aproveitadores.
Mais uma vez trazemos modelos que dão certo e podem muito bem ser feitos em nossa cidade, que agora está prestes a reciclar contrato de transporte coletivo de passageiros na área urbana, enquanto peruas tipo ‘van’ cobrem cidades da região e, ao mesmo tempo, fazem embarque e desembarque de passageiros como se fosse carga despejada ao relento.
Sem proteção de chuva ou sol, encostados num muro ou diante do portão principal do Cemitério, os usuários desse improvisado ‘serviço’ são trazidos para consultas médico-hospitalares, compras, matrículas em escolas e compras. Porém não tem, sequer, a solidariedade desses objetivos necessários ao seu cotidiano.
Agora deu pressa e o jeito encontrado em mais uma operação ‘quebra-galho’, permutar pedaço do Estádio Cel. Nhô Chico e montar ali barraquinha de quinquilharia e estacionamento para ‘acolher’ os visitantes. Sem projeto nem planejamento, uma ação eleitoreira e só!
A escandalosa despesa de publicidade inútil e personalista com mais de R$ 4,3 milhões passou batido no orçamento, o alto custo operacional da FEAC também ficou só no lero-lero habitual, enquanto asfalto e decoração ridícula de Natal serviram de cenário para promoção de vereadores e outros agregados à convivência do prefeito.
A segurança continua piorando tanto quanto o atendimento à saúde da população, mas a folia dos gastos prossegue. Obras iniciadas e paradas como a antiga Estação Mogiana onde a ferrovia abriu caminho ao crescimento da Zona Oeste continuam abandonadas.
Empenhado nas compras milionárias que satisfazem os fornecedores, agora vem a absurda explicação para motores fundidos (!) de ambulâncias novas ou quase, onde a saída como sempre será comprar novos veículos e abandonar os antigos à sucataria.
Sem rumo e agora sem meios de remar nas enchentes, vai empenhar R$ 40 milhões sem estudo técnico profundo e necessário, na direção torta, tudo fica numa busca diária de se eternizar no poder, por vaidade pessoal contrapondo-se a uma administração ruim, cercada de denúncias, abusos, gastos desmedidos e autopromoção pessoal ridícula…