“Por favor, qual o nome dessa rua?” é o que mais se ouve em todas as vias públicas de Franca, seja em bairros, área central e até mesmo em locais onde circulam caminhões de entrega, que muitas vezes não têm dispositivo de localização digital, que o Google facilita mas, quando nos locais a identificação inexiste, falhando com a falta de placas e, quando as tem, são enferrujadas, pichadas, vergonhosamente ignoradas.
Onde ainda resistem são em bairros ou vias de maior movimento no centro, de esquina em esquina quando ainda tinham faixas de
patrocinadores com as logomarcas de produtos ou lugares no mesmo trecho. As avenidas, apesar da sinalização aérea, só tem nomes bem visíveis próximos de semáforos ou cruzamentos de maior movimento.
Outros locais como praças, jardins e áreas de lazer com as ditas “academias ao ar livre” em bairros residenciais mais recentes, também deviam apresentar os nomes, pelo menos do bairro e suas principais atrações, facilitando ao visitante ou turista, ter noção segura e direção sem riscos de adentrar espaços ermos ou perigosos por falta de iluminação adequada.
À noite, é impossível ter acesso ao uso de equipamentos de ginástica e movimentos, por uso de pessoas mal intencionadas, assediando mulheres e crianças, onde falta vigilância constante ou eventual, exceto quando – raramente! – as viaturas da polícia militar aparecem e logo somem, numa prática que os criminosos já sabem como despistar ou desviar de abordagens.
Perto daqui, Batatais adotou recentemente um sistema integrado de integrar as câmeras de vigilância em pontos estratégicos de toda a malha viária da cidade, se bem que tem porte menor que Franca, mas encontra meios de coibir roubos feitos à noite, porém ideais para os bairros onde o controle ainda não cobre toda a área. Se o morador pagar uma taxa mensal de R$ 50 pode se interligar ao sistema de sua rua ou do bairro, onde a conexão permite ver em imagem de vídeo 24h, o tráfego de veículos e o caminhar de pessoas. Quando há suspeitos, a própria central observa as cenas e dali envia viaturas policiais, mesmo motos equipadas com o mesmo sistema integrado.
A tecnologia devia ser aproveitada nas praças centrais e de bairros de Franca, com a permanente vigilância ativa e, por oportunos e necessários procedimentos as cenas suspeitas e presenças inconvenientes de ‘nóias’, moradores de rua e vândalos, seriam eliminadas e a população e usuários teriam segurança no ir e vir, e também de aproveitar jardins, praças e calçadões para lazer e recreação.
Basta as associações de empresas e serviços buscarem os equipamentos e oferecer o uso comunitário. Fica a sugestão, o que é bom e gera resultados satisfatórios deve ser assimilado por aqui.