Nesta quinta-feira, 28 de maio, a DIG (Delegacia de Investigações Gerais), sob comando do Delegado Dr. Gabriel Fernando, realizou operação policial destinada ao cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário, em investigação que apura o crime de roubo majorado, ocorrido no último sábado, 23, ocasião em que um veículo Honda HRV foi subtraído.
Segundo consta, no dia dos fatos, a vítima encontrava-se em uma festa realizada na região, quando foi surpreendida pelos investigados e por outros indivíduos ainda não identificados. Na ocasião, os autores passaram a agredi-la com chutes, socos no rosto e nas costelas, além de mordida na orelha, afirmando que a vítima lhes devia valores e exigindo a devolução de veículos anteriormente apreendidos. A vítima foi arrastada até o estacionamento do local, onde as agressões continuaram. Em seguida, os autores subtraíram a chave do carro evadindo-se com o automóvel e afirmando que tal ato serviria como forma de quitar a suposta dívida.
Suspeitos
As diligências foram realizadas simultaneamente em diversos endereços vinculados aos investigados R. H. A. S., M. C. M., L. C. M., e C. F. P.. A apuração também aponta que o investigado R. H. A. S. possui extensa ficha criminal, incluindo registros relacionados a crimes de roubo, tráfico de drogas e associação para o tráfico.
R. já havia sido preso pela DIG de Franca em março de 2026, no âmbito de investigação relacionada aos crimes de extorsão e usura. Após ser colocado em liberdade no início do mês de maio deste ano, voltou novamente a ser apontado como envolvido em prática criminosa grave.
Além disso, R., M. e L., já haviam sido alvos da operação “Castelo de Areia”, promovida pelo GAECO – Núcleo Franca, investigação voltada ao combate de organização criminosa ligada à prática de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro.
Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão. Contudo, os investigados não foram localizados pelas equipes policiais, havendo fortes indícios de que estejam escondidos para evitar suas prisões e eventual responsabilização criminal pelos fatos investigados.
A Polícia Civil ressalta que a operação reforça o compromisso da Delegacia de Investigações Gerais de Franca em promover resposta rápida e efetiva no combate à agiotagem violenta e aos crimes patrimoniais praticados mediante violência e intimidação.
As investigações prosseguem visando localizar os investigados, bem como esclarecer as demais circunstâncias do fato.