Por Pedro Maia
Editor-chefe
A Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo, por meio do 4º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, inicia neste sábado, 1º de novembro, a Operação Impacto Piracema 2025/2026, com o objetivo de preservar as espécies nativas de peixes durante o período de reprodução e garantir o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos da bacia hidrográfica do rio Paraná.
A sede do 4° Batalhão está situada na cidade de São José do Rio Preto, com unidades espalhadas em cidades como Franca, onde é representada pela 3ª Companhia, comandada pelo Capitão PM Eufrasio, e o 1° Pelotão, liderado pelo 1° Tenente PM Ricardo Silva.
Durante os quatro meses de defeso — de 1º de novembro de 2025 a 28 de fevereiro de 2026 — a pesca de espécies nativas estará restrita, conforme prevê a Instrução Normativa Ibama nº 25/2009. A medida visa permitir o repovoamento natural dos rios, assegurando a sustentabilidade da atividade pesqueira e a conservação da biodiversidade aquática.
Ações de Fiscalização e Educação Ambiental
A Polícia Ambiental intensificará o policiamento náutico e terrestre, com fiscalizações diárias em rios, reservatórios, lagos e lagoas.
As ações incluem:
Além das ações preventivas, serão realizadas operações repressivas para coibir práticas ilegais como o uso de petrechos proibidos, pesca em locais interditados e transporte irregular de pescado.
Proteção Ambiental e Transparência
O 4º BPAmb reforça o compromisso da Polícia Militar Ambiental em atuar com transparência, eficiência e proximidade com a comunidade, promovendo a defesa dos peixes e o cumprimento das normas ambientais.
“A Piracema é um momento crucial para a reprodução das espécies e a manutenção do equilíbrio ambiental. A atuação preventiva e educativa da Polícia Ambiental é essencial para garantir que esse ciclo natural ocorra sem interferências predatórias.” Afirma o Tenente-Coronel PM John Heberth Rodrigues, Comandante do 4º BPAmb.
A corporação orienta que qualquer atividade de pesca neste período seja precedida de consulta à legislação vigente e reforça que denúncias de pesca predatória podem ser feitas pelo telefone 190.