Esther Minah D. Policcis, da Redação
A discussão da pauta de reunião ordinária (!) de 3ª feira na Câmara de Franca, chegou ao ponto de um só vereador ser criticado e enxovalhado pelos demais, ao tentar se intrometer na proposta do presidente da Mesa diretora, de reduzir férias dos vereadores e, atender a reivindicação de funcionários convocados a trabalhar, como sentenciou o presidente Della Motta (Podemos) passam o tempo “carregando vereadores nas costas”, quando se desdobram nos recessos em função da folga geral.

O vereador Pastor Palamoni (PSD) (©Divulgação)
O ex-presidente Pastor Palamoni (PL) logo refutou a intromissão do vereador Bassi (PSD) que se meteu a discordar e que o assunto deveria ser avaliado em 2025, desmerecendo com prepotência e arrogância habituais os demais. O longo tempo do debate inoportuno e desnecessário, serviu para acentuar o interesse de evitar gastos, com portas abertas no recesso pagando horas extras e outras despesas, num período que o Legislativo “fica às moscas”.
Na fala de ‘caga-regra’ do vereador pessedista, tida como inoportuna e mal recebida pelos vereadores, foi também contestada pelo vereador Gilson Pelizaro (PT), com cinco mandatos de experiência se posicionou de forma direta e veemente, asseverando: ‘depois que a gente começou a discussão e teve a reunião de comissões, fui convencido e é legítimo, para isso existe a tramitação, discussão, convencimento, se oportuna ou não, a matéria colocada. A mesa diretora e a presidência estão colocando prazo de recesso, isso não significa que o prazo seja levado à risca’.

O vereador Gilson Pelizaro (PT) (©Divulgação)
<< O que tem que tirar dessa história toda é a questão da vaidade de quem vai assinar ou não vai assinar o recesso. Isso é muito pequeno! E isso eu entendi depois que a gente foi construindo, conversando, cheguei a essa conclusão’ >> acrescentou.
Pelizaro finalizou: ‘Eu quero dizer que compactuo com a determinação de colocar o prazo e isso não vai tirar direito de nenhum futuro presidente. E se o futuro presidente achar que tem que diminuir o recesso, desde que justificado também porque abrir as portas da Câmara durante recesso somente para as moscas passarem não vai resolver nada, sendo que o trâmite legislativo é suspenso’.
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