Pacheco disse que será iniciada uma sessão de debates no plenário do Senado para tratar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de autoria do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO). O texto veta a reeleição para cargos do Poder Executivo
Chico Pimenta
Tema na pauta de reuniões e encontros partidários sem alinhamento exclusivo do prefeito de Franca, está em sintonia com o Congresso Nacional e de acordo com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, diz que Congresso vai debater o fim da reeleição: ‘Não foi bom para o Brasil’. Ele disse que o Congresso vai discutir se vale a pena manter ou derrubar a possibilidade de reeleição no país. A medida passaria a valer após a corrida eleitoral de 2024. Para o senador, a possibilidade de reeleição, que entrou em vigor em 1998, não foi positiva.
“O sentimento que tenho em conversas com senadores e líderes partidários é que o instituto da reeleição não foi bom para o Brasil. Ela acaba prejudicando a independência do mandatário”, afirmou, referindo-se à contaminação das decisões em função das perspectivas eleitorais.
Pacheco disse que será iniciada uma sessão de debates no plenário do Senado para tratar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de autoria do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO). O texto veta a reeleição para cargos do Poder Executivo em nível federal, estadual e municipal e amplia o tempo dos mandatos de quatro para cinco anos. Essa proposta de debates já foi acertada no colégio de líderes e entrará em andamento logo.
“É um tema que vamos nos dedicar”, ressaltou. “É um debate profícuo, e, eventualmente, a conclusão pode ser que para o Brasil, o melhor é o fim da reeleição’. Em caso de mudança, isso ficaria para depois das eleições de 2026. “Qualquer mudança deve resguardar os atuais mandatários”, ponderou. Pacheco participou do Fórum Brasileiro de Incorporadoras (Incorpora 2023), evento que reuniu empresários da construção e autoridades públicas, organizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).
Repercussão positiva
Em várias capitais e cidades de maior expressão, que é o caso de Franca, onde é notoriamente observado a quase totalidade da população rejeita e não quer reeleição municipal para o Executivo e Legislativo, diante da situação decepcionante que os últimos anos tem registrado na representatividade que deixou a desejar, pela repetição de mandatos de prefeito que se habituou a repetir erros e criar armações políticas, gastos desmedido de recursos. Pesquisa recente aponta 74% de indecisos.
Do lado do Legislativo também inoperante, de cabeça baixa e alinhado com esse tipo de politicagem inócua, pesou a decisão autocrática de terem reajustado os salários em 80% a partir de 2025, talvez pensando que a população irá esquecer, mas até agora, articulações de candidaturas e retorno de experientes, inclusão de novos e promissores nomes de qualidade, vão definir rumos e confirmar que REELEIÇÃO NÃO!, tema de encontros e reuniões de partidos e pré candidatos ao pleito de 2024.#