A Secretaria de Saúde Municipal confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos – Monkeypox – em Franca. Trata-se de um homem de 28 anos, com histórico de viagem recente. Não foi informado o local onde ele esteve.
Segundo a Vigilância Epidemiológica, o paciente passou por atendimento no Pronto-Socorro “Dr. Álvaro Azzuz”, onde o caso foi notificado à Vigilância Epidemiológica e a amostra coletada enviada ao Instituto Adolfo Lutz, que após análise, confirmou o resultado positivo.
Segundo a Secretaria, o morador de Franca infectado segue em tratamento médico e foi orientado a manter o isolamento domiciliar; assim como seus familiares e pessoas do seu núcleo de convivência, que seguem também em acompanhamento pela equipe da Vigilância Epidemiológica do município.
As primeiras ocorrências de varíola dos macacos foram identificadas em 1958 em um grupo de macacos, por isso tal denominação para a doença, apesar do vírus transmissor da doença ser mais comum em roedores.
No Brasil, até o dia 5 de agosto, o Ministério da Saúde havia registrado 2004 casos de varíola dos macacos e estava acompanhando outros 1.962. Uma morte foi confirmada pela doença, em Minas Gerais.
A Monkeypox é transmitida entre as pessoas, por contato próximo e por muito tempo. Os sintomas mais comuns são calafrios, dores muscular e nas costas, cansaço excessivo e aparecimento de bolhas e feridas na pele, que podem coçar ou causar dor. Os sinais costumam aparecer cerca de 5 a 21 dias após o contato com o vírus e duram de 14 até 21 dias.
Normalmente, as bolhas surgem no rosto e mucosa oral e depois atingem o corpo e extremidades, como por exemplo a palma das mãos.
A recomendação para prevenir a varíola dos macacos é evitar contato próximo com pessoas infectadas; evitar tocar nas bolhas; não ter contato com peças do paciente como roupas, toalha, roupa de cama e objetos de uso pessoal; manter a higienização das mãos com água e sabão e utilizar máscaras de proteção.
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