O taxista Durvalino Moreira, fez uso da Tribuna para falar sobre pontos de táxi em Franca, durante a sessão da Câmara Municipal nesta terça-feira (24), o profissional falou sobre as dificuldades enfrentadas pela categoria e lembrou sobre as legislações existentes que permitiam a transferência de pontos e a limitação de vagas para taxistas conforme o número de habitantes.
“Aprovaram uma lei que nós não podíamos transferir mais o ponto e não tinha lista de espera. Atualmente são 260 vagas para taxistas e enfatizou e eles estão reclamando que não pode transferir os pontos”, disse.
Durvalino ainda lamentou a fiscalização. “O cara atrasou três meses do alvará chegam lá e tomam o ponto e passa para outra pessoa. Tem gente que bate o carro e aí tem que entrar na Justiça, leva muitos anos e perde ponto também”.
Ele ainda criticou a falta de regulamentação para os serviços de transporte por meio de aplicativos e disse que não há leis em Franca para eles. “A gente queria ver se é possível aumentar a exigência do ano do carro, porque em Ribeirão Preto, pode trabalhar de 12 a 20 anos”, criticou.
O representante dos taxistas defendeu ainda a mudança na legislação atual para ampliação da exigência e outras medidas em benefício para a categoria. E criticou explicando que eles pagam R$ 1 mil de Imposto Sobre Serviços (ISS) e alvará por ano, enquanto que em Ribeirão Preto é R$ 150,00 e não existe a exigência para motoristas de aplicativos.
Os vereadores Zezinho Cabeleireiro (PP) e Gilson Pelizaro (PT) se solidarizaram com os taxistas e defenderam melhor diálogo para solução dos problemas da categoria. O presidente da Câmara, vereador Claudinei da Rocha (MDB) disse que já apresentou uma proposta ao prefeito e que foi solicitado mais tempo para que a situação seja regularizada.