Um morador de Franca foi multado em R$ 7 mil, por manter aves silvestres em cativeiro, sem autorização de órgão ambiental no Jardim Progresso, na zona sul de Franca.
Segundo a Polícia Ambiental, que deflagra a “Operação Gaia”, eles chegaram até o local após denúncias, após fazerem contato com o morador, ele informou que não tinha autorização para manter as aves presas.
Foram localizadas e apreendidas 14 aves, entre elas um graúna, dois papa-capim e 11 canários da terra, todas sem anilhas. “Diante do acima exposto, foi elaborado o auto de infração ambiental por ter aves silvestres nativas em cativeiro, com sanção aplicada em multa no valor de R$ 7 mil”, informou a ambiental.
As aves foram destinadas ao VITAS de Franca, onde passaram por tratamento adequado, as que tiverem condições, poderão ser soltas novamente na natureza.
Já na zona oeste da cidade, no bairro Paulo Archeti, um homem também foi multado R$ 6.500, por manter aves em cativeiro sem autorização. Após denúncias anônimas, os militares foram até o local, e ao ser questionado o proprietário confirmou que não possuía autorização.
Treze aves foram encontradas, sendo que 10 estavam em cativeiros, duas estavam apanhadas e uma sendo utilizada para captura de novas aves, todas estavam sem anilha de identificação.
“Diante do acima exposto, foi elaborado o auto de infração ambiental, com multa simples de R$ 6.500, as aves foram destinadas ao VITAS de Franca”, informou a Ambiental.
A “Operação Gaia” também se estendeu pela região, em Patrocínio Paulista foi cumprido o Mandado de Busca e Apreensão Judicial, contra um homem por caça e pesca ilegal.
“Pela chácara do averiguado foi localizado uma espingarda calibre 36 com cinco munições intactas. Ainda em vistoria o autor assumiu que possuía em outra residência mais uma arma de fogo. Em diligência em seu outro imóvel foi localizado outra espingarda calibre 22, que foi apreendida com cinco munições intactas além de 5kg de carne de caça (paca) e um exemplar de peixe dourado com tamanho inferior ao permitido (44cm quando o mínimo previsto é de 60cm)”, informou a ambiental.
Diante do fato o indivíduo foi conduzido até a delegacia de Polícia Judiciária (CPJ), onde o delegado lavrou o boletim e ratificou a prisão em flagrante. O autor pagou a fiança no valor de um salário mínimo e foi liberado.
As armas e os materiais ficaram apreendidos no DP e a carne foi depositada e será posteriormente destruída pela Polícia Ambiental. Ele ainda foi multado em R$ 2.500 por caça ilegal, e R$1.020 por pesca ilegal.