A Maternidade do Grupo Santa Casa de Franca zerou o número de mortes maternas com causa direta durante o ano de 2021. A Santa Casa possui o título de “Hospital Amigo da Criança e da Mãe”, que é concedido aos hospitais com maternidades que preconizam o parto humanizado, focando total atenção nos protocolos para acolhimento e saúde da mãe e seu bebê, bem como incentivam e promovem a amamentação em livre demanda, com instrução e acompanhamento da mãe e do bebê, envolvendo os familiares para apoio neste processo.
Assim, com todo o cuidado e foco na qualidade e excelência no atendimento Materno-Infantil, desde o ano de 2019 a Maternidade da Santa Casa de Misericórdia de Franca vem se aprimorando e realizando ações de melhorias constantes como capacitações, cursos de urgências e emergências obstétricas e atualizações dos protocolos seguindo as recomendações das sociedades médicas mais respeitadas.
O médico Eduardo Migani Teixeira, Diretor Técnico da Maternidade, representando todos os envolvidos neste processo, destacou o efeito positivo de todas essas ações tomadas com envolvimento total das equipes. “Agradecemos a toda Diretoria por acreditar e confiar no trabalho da Maternidade. Agradecemos à equipe de Enfermagem, principalmente à Luciene Ramos, Lilian Menezes, Emiliane, Priscila e todas as técnicas de enfermagem, equipe multidisciplinar e aos médicos que se dedicam diariamente aos cuidados maternos. Essa é uma grandiosa conquista que merece ser mantida com nosso comprometimento e esforço contínuos. Parabéns a todos!”, concluiu o diretor técnico.
Coordenador da Maternidade da Santa Casa de Franca, o médico Jonas de Lara Fracalozzi reforçou o alto nível de conhecimento da equipe na unidade, que se destaca com um olhar humanizado no atendimento às pacientes. “Agradeço a todos os médicos de nossa equipe que se empenham com seriedade e comprometimento, fazendo com que nossa Maternidade tenha esse reconhecimento pela capacidade técnica e ao mesmo tempo humanizada”, concluiu.
As equipes envolvidas continuam monitorando esses indicadores para manter zerada a mortalidade materna, com melhora constante na qualidade da assistência prestada às gestantes, parturientes e puérperas.
A morte materna é definida como óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação. Diante disso, a ONU (Organização das Nações Unidas), em 2015, estabeleceu os novos objetivos para o Desenvolvimento Sustentável, construídos a partir dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O terceiro objetivo visa assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, incluindo a melhora na saúde materna e a redução da razão de mortalidade materna global para menos de 70 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030.
O Brasil reduziu a sua razão de mortalidade materna em 50%, mas permanece em patamares considerados elevados, oscilando em torno de 50 óbitos maternos para 100 mil nascidos vivos.