A Prefeitura de Franca confirmou nesta sexta-feira (19), que o prefeito Alexandre Ferreira tem mantido contato com prefeitos da região do Conselho do Aglomerado Urbano de Franca, para decidir sobre o cancelamento do carnaval em 2022. “Tem mantido contato com os prefeitos da região para uma decisão uniforme. Os municípios têm manifestado preocupação com a Pandemia e avaliam os impactos que os eventos de Carnaval, em função da circulação de pessoas, podem provocar nos municípios, especialmente, após um ano difícil para todos nos aspectos de saúde, sanitários, sociais e econômicos. A posição final deve ser anunciada em breve”, informou em nota.
Caso seja confirmado o cancelamento, este será o segundo ano consecutivo que Franca não terá a festa, que já foi cancelada no ano passado justamente por conta da pandemia.
Rifaina que também tem carnaval tradicional, já anunciou o cancelamento da festa. O município é um dos principais pontos turísticos da região de Franca, e foi reaberto no último dia 3 de novembro depois de mais de um ano e meio fechada. Inclusive o feriado prolongado de 15 de novembro, recebeu um público estimado em mais de 10 mil pessoas, fato que foi comemorado pelos comerciantes da orla que sofreram grandes prejuízos por conta da pandemia.
Igarapava confirmou que fará a festa, enquanto que Ituverava avalia a situação, assim como Franca.
A crescente de casos na Europa preocupa também no Brasil, e claro também na região. Apesar dos números jogarem a favor do município, que tem uma ocupação de leitos que não passa de 10%, os especialistas são unânimes quando dizem que a pandemia não acabou.
Nesta semana a Secretaria de Saúde informou que mais de 80% da população alvo da vacinação, já está com as duas doses completas. Nesta sexta-feira, teve início a vacinação com a terceira dose, das pessoas acima dos 40 anos, que tenham tomado a segunda dose há mais de 5 meses. No sábado (20), haverá mutirão para aplicar nas pessoas acima dos 18 anos, com a terceira dose.
O ciclo vacinal completo ainda é a melhor forma de combater a covid, o que não significa que a pessoa não vai ser contaminada pela doença, mas caso seja, as chances de desenvolver a forma grave e precisar de internação, são pequenas.