A Secretaria de Desenvolvimento de Franca, divulgou o 7° Boletim Econômico referente ao mês de setembro, ele apontou saldo positivo de 1.724 pessoas trabalhando com carteira assinada, atingindo o saldo acumulado de 9.304 francanos com registro em carteira, desde janeiro deste ano. Eles foram puxados pela indústria com 5.326 postos abertos, sendo 4.313 vagas para o setor calçadista, o que representou um crescimento de 26,66%.
A construção civil também se destacou e aparece na sequência, uma evolução de 19,62%, além dos setores do comércio e serviços, com um aumento próximo a 6%. Estas áreas foram beneficiadas pela retomada econômica, identificada nos últimos meses, em razão do avanço da vacinação e redução de casos e mortes na cidade, por Covid-19 e em todo país.
Os dados divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostraram que Franca alcançou a marca de 92.941 trabalhadores ativos com carteira assinada, neste ano.
O levantamento apresentou ainda que, segundo dados da Jucesp Franca (Junta Comercial do Estado de São Paulo), neste ano, foram abertas 1.363 novas empresas, sendo que em setembro, foram formalizadas 19 delas, acumulando um saldo positivo de 297 empresas ativas, em 2021, sem considerar o saldo dos Empreendedores Individuais.
Analisando as aberturas pelo MEI (Empreendedor Individual), são mais 300 novas empresas, em média, por mês, que atualmente representam em torno de 50% de todas empresas ativas no município. Até o final de setembro, os empreendedores individuais ativos, em Franca, somam 28.967.
Ainda de acordo com o Boletim, o café permanece à frente dos itens exportados por Franca, superando inclusive o setor calçadista, o resultado mostra a força do agronegócio cafeeiro na cidade e toda região. Outros produtos da indústria local e agronegócio, que se destacaram nesses últimos três anos, superando o valor de US$ 1 milhão em exportações foram cosméticos, vestuário e soja.
A sétima edição do Boletim Econômico apresenta ainda os principais indicadores relacionados às questões macroeconômicas, que interferem diretamente nas medidas adotadas pelo gestor público e do empreendedor local que, consequentemente, impactará diretamente a análise e apresentação de indicadores de projeções futuras de emprego, renda e arrecadação municipal, principalmente, em momento de retomada econômica pós-pandemia.