A Francana informou na manhã desta sexta-feira (1), que receberam um modelo de gestão para se tornarem uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF). Eles disseram que vão reunir o Conselho para discutir o assunto, a empresa é a maior plataforma de ativos alternativos, tendo captado mais de R$ 100 milhões desde 2018. A empresa é do Rio de Janeiro e tem uma parceria com o Figueirense, de Santa Catarina e seria o mesmo modelo aplicado na Francana.
“Existem vários modelos de SAF que vem sendo implantados em clubes de futebol em geral, no Brasil. No formato proposto à Veterana, seguiríamos detentores da maior parte das ações. Caso seja aprovado o formato da parceria, o grupo passará a ter um pequeno percentual das ações da nova empresa SAF, trabalhará em conjunto com a atual diretoria e conselho deliberativo na busca de investidores brasileiros e internacionais”, informou a Veterana.
Segundo a diretoria, os recursos captados serão investidos no Programa de Futebol do clube, que vai privilegiar investimentos na formação de jogadores, criando também, frentes de trabalho de marketing para captação de verbas publicitárias, material esportivo, programas de sócio-torcedor, entre outras. O principal objetivo é trazer recursos financeiros ao clube, fortalecer o caixa e principalmente obter lucro ao final de cada exercício.
A Lei nº 14.193, que institui a Sociedade Anônima do Futebol (SAF), traz uma janela de oportunidade para aqueles clubes que querem ser os protagonistas do futuro do futebol brasileiro.
O patrimônio e as dívidas da agremiação não fazem parte das tratativas e o lucro será dividido entre clube e a empresa.
O modelo que poderá ser implantado é uma alternativa já que a Francana precisa criar fontes próprias de receita, projetar novos investimentos em infraestrutura, iniciar a liquidação dos débitos e dívidas antigas, além de fazer uma reserva de capital de giro para manutenção de atividades de rotina.
“Com os pés no chão, este é apenas um início de discussão sobre a criação da SAF, queremos o melhor para nossa Francana, o torcedor, a cidade precisa disso”.